O Micro-Inversor é um inversor solar grid tie miniaturizado, dimensionado para atender painéis solares individualmente.
23 abril 2018
19 abril 2018
ENTEC SOLAR VISITA FÁBRICA DE EQUIPAMENTOS FOTOVOLTAICOS
A Balfar Solar foi a primeira fábrica a surgir no Paraná de painéis e estruturas de sistemas geradores fotovoltaicos residenciais
No dia 23 de março, a equipe da Entec Solar compareceu em Paranavaí na Balfar Solar, fábrica de equipamentos fotovoltaicos. Compareceram alunos, representantes e colaboradores da Entec, totalizando 51 pessoas.
O objetivo da visita foi compartilhar com os profissionais envolvidos o processo de montagem dos kits, além da realidade da indústria que atua no setor de energia solar fotovoltaica. Foi um dia de muito aprendizado e nós, da Entec Solar, agradecemos a presença de cada representante e aluno.
Após a apresentação da fábrica e a explicação de cada processo de montagem, houve um diálogo sobre as possibilidades do mercado. Participaram desse diálogo todos os visitantes, o presidente da Balfar, Antônio Barbara, e o diretor da Entec, Tiago Sarneski.
Ainda há muito em que explorar no Brasil, poucas indústrias utilizam a energia solar. A maioria dos projetos estão ligados com residências ou comércios de micro geração de energia. Portanto, o mercado das indústrias tem muitas aberturas para iniciar projetos de usinas solares, que são os que movimentam uma quantidade maior de profissionais.
Sobre a fábrica
A Balfar Solar é uma empresa que foi fundada no Brasil, pioneira na fabricação de painéis fotovoltaicos e estruturas de fixação. A missão da fábrica é fornecer produtos de alta performance e contribuir de forma sustentável para geração de energia limpa.
A empresa já se tornou referência na indústria brasileira no fornecimento de produtos para geração de energia solar fotovoltaica. Tem capacidade de produzir até 1400 painéis por dia. Também, ocorre a produção de micro inversores na fábrica. Contudo, o foco é na fabricação dos painéis.
Os painéis nacionais produzidos pela Balfar têm alta eficiência. São módulos multicristalinos protegidos por um vidro temperado e duas camadas de um encapsulante (EVA), além do revestimento em TPT (backsheet) que melhora capacidade de antienvelhecimento.
As placas passam por vários processos de inspeção, câmaras de raio x para verificar o desempenho das células fotovoltaicas e, por último, regulagens para seguir as especificações do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
Além disso, a Balfar Solar conta com estrutura para montagem, instalação e manutenção do kit inteiro para geração de energia solar. Todos os sistemas completos contam com painéis fotovoltaicos, strings box, inversores, cabos, conectores e estruturas de fixação.
Por que conhecer o processo industrial é importante?
Aqui na Entec nós vemos o tempo todo pessoas que buscam ter autoridade no assunto quando se trata de energia solar. Nada é mais gratificante do que ter a capacidade de conduzir um projeto tomando as decisões corretas no momento certo.
Para atingir esse nível de conhecimento, é necessário estudar, sempre. Ter noção de todas as etapas de um projeto é o primeiro passo. Após isso, aprender o processo industrial fará você ter mais segurança, autonomia e argumentos.
É um processo de disciplina, que leva tempo e dedicação. Talvez, uma única visita não seja o suficiente. Você pode notar que com uma preparação antes da visita, as etapas da montagem fariam mais sentido. Por isso, conhecer o processo antes de presenciá-lo é algo que faz a diferença.
Talvez, seja necessário acompanhar o processo mais de três vezes para entender 100%. Isso não é um problema. Oportunidades de visitar uma fábrica sempre estarão surgindo. Nesse meio tempo, busque aprender o máximo, crie uma rotina de estudos. Comece com 20 minutos por dia.
Se você quer ser um profissional que demonstre excelência no seu serviço, irá precisar de conhecimento abstrato. Estudar o processo industrial é uma forma de aumentar sua base de compreensão.
Portanto, acompanhe todos os canais de informação sobre energia solar, entenda como um sistema é planejado e qual é o processo industrial da fábrica que fornece os equipamentos.
Aprender sobre esses conteúdos fará a diferença na sua carreira. Busque ser referência como profissional no setor de energia solar fotovoltaica.
Por Entec Solar
11 janeiro 2018
SINALIZAÇÃO NOS PORTOS DO PARANÁ USAM ENERGIA SOLAR PARA FUNCIONAR
Todas as baterias das lâmpadas funcionam com energia solar, o que minimiza os impactos ambientais e torna o serviço mais prático e ágil.
Indispensáveis para a aproximação de navios no período noturno, as lanternas das boias de sinalização instaladas no canal de acesso aos portos do Paraná são também exemplo de sustentabilidade.
“O Porto de Paranaguá gera a energia solar que é usada para o funcionamento das lanternas. Desta forma, ao mesmo tempo em que reduzimos a utilização de energia convencional, otimizamos o serviço e diminuímos a intervenção humana, porque as lanternas são autocarregáveis e têm apresentado alta qualidade na função de sinalização”, explica o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.
A Appa mantém 63 boias ao longo do canal de navegação. Cada uma possui iluminação própria e serve como orientação aos navios que chegam ou deixam os portos, garantindo a continuidade das operações 24 horas por dia. O sistema presente em cada uma das lanternas permite captar a luz do sol do dia e transformá-la em energia para o período noturno.
Por causa da praticidade gerada pelo carregamento por energia solar, as lâmpadas não precisam ser retiradas diariamente para receber carga convencional. “A verificação ocorre apenas duas vezes por mês, o que é suficiente para identificar a durabilidade das baterias e a necessidade de troca”, conta Dividino.
Mesmo com a exposição diária e ininterrupta à água, ao sol e a outros elementos, as boias e lanternas apresentam bastante tempo de vida útil. Cada boia dura até cinco anos em condições de uso normal.
SUSTENTABILIDADE
O carregamento das lanternas por energia solar é apenas uma das diversas ações desenvolvidas pela Appa com benefícios para o meio ambiente. “Esse trabalho, somado a mais de 40 projetos ambientais da Appa atualmente, visa o desenvolvimento econômico, preservando os recursos naturais”, completou o diretor de Meio Ambiente da Appa, Bruno Guimaraes.
O Porto de Paranaguá ocupa o terceiro lugar entre os portos brasileiros no ranking do Índice de Desempenho Ambiental (IDA), avaliado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), deixando para trás a 26ª posição que ocupava até o ano de 2012.
Novas soluções sustentáveis estão surgindo, e cada vez mais as empresas estão se adaptando com as alternativas de energia renovável.
05 janeiro 2018
GERAÇÃO RESIDENCIAL DE ENERGIA SOLAR CHEGA A 16 MIL UNIDADES NO BRASIL
A geração “caseira” de energia solar virou um negócio grande no Brasil.
O número de sistemas geradores instalados em residências, comércios e indústrias vem crescendo em ritmo acelerado e já chega a 16.311 unidades capazes de gerar 182 MW – o equivalente a uma hidrelétrica de médio porte –, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
De acordo com estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o crescimento da microgeração distribuída é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica; o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos; e um aumento na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores.
As razões do aumento do número de “prosumidores”
A expansão do número de “prosumidores” – o consumidor de energia elétrica que também é produtor de energia – ganhou força nos últimos anos.
A primeira regulação sobre a instalação de minicentrais de energia de forma não centralizada (ou seja, nas próprias unidades consumidoras de energia) foi publicada em 2012, e apenas há dois anos, em 2015, avanços na regulação do tema permitiram uma real expansão do número de unidades.
Entre esses fatores estava a possibilidade de o consumidor recolher o imposto somente sobre a energia líquida consumida, ou seja, a diferença entre o que ele produziu e entregou para a rede de distribuição e o que ele precisou receber da rede, em momentos sem sol ou de noite.
A possibilidade de guardar créditos com a energia entregue para a rede para abater na conta de luz no futuro ou de usar esses créditos na conta de luz de outras unidades geradoras também só foi pensada em 2015.
A queda nos juros de financiamento e aumento no preço da energia das distribuidoras também ajudou a tornar mais atraentes os investimentos para instalação das placas e sistemas inteligentes, com retorno do investimento mais rápido.
Mineiros e gaúchos estão na frente na produção “caseira” de energia
Dos 182 MW gerados por consumidores em todo o país atualmente, quase 40% são instalações em consumidores comerciais (2.500 unidades). A classe residencial é a segunda mais expressiva, com 30% da potencia total gerada (em 12,7 mil unidades). Outros 18% estão na indústria, e o restante se divide em instalações rurais e no poder público.
Por estado, Minas Gerais é disparado o que tem mais potencia instalada em unidades de geração distribuída, com 40,8 MW. Rio Grande do Sul é o segundo estado com maior potência (22 MW), seguido por Ceará (21 MW) e São Paulo (18 MW).
A geração distribuída (GD) ainda tem muito espaço para crescer no Brasil. O potencial técnico da geração distribuída solar fotovoltaica que já foi parcialmente mapeado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) representa mais de 164 gigawatts (GW) considerando apenas os telhados de residências.
Lei precisa ser alterada para atender ao novo momento
Mas há ainda entraves para a expansão da geração distribuída e o Ministério de Minas e Energia vem considerando mudanças na regulação desse assunto. Na reforma do setor elétrico que está sendo preparada pelo governo, são citados como novos desafios do setor os Recursos Energéticos Distribuídos (RED), que incluem a geração solar de pequena escala, armazenamento e carros elétricos.
O crescimento dessas unidades pode influenciar a formação dos custos de energia no futuro, implicando em desafios para os contratos de compra e venda de energia de longo prazo, por exemplo. Também é preciso pensar nas tarifas de transmissão e distribuição de energia.
Outro ponto importante que ainda precisa ser equacionado é a possibilidade das unidades geradoras entrarem para o mercado de venda de energia, o mercado livre.
Equilíbrio entre benefícios e obrigações
Cristopher Vlavianos, presidente da comercializadora de energia Comerc, aponta que a reforma do setor elétrico precisará pensar nesses pontos. Além disso, para expandir a geração distribuída, será preciso buscar a dosagem ideal entre incentivos e obrigações, de forma a não espantar o usuário mas também sem deixar a conta de transmissão para outros pagarem.
“Você tem um consumidor que vai colocar uma placa solar na casa dele e ele vai compensar parte de seu consumo. Mas quem está com a placa solar exportando energia de dia, de noite estará usando o fio da rede distribuidora.
Ele usa o fio da distribuidora e não está pagando. A consulta pública pensa em se ter uma tarifa binômia, para você não ter um desbalanço em relação à infraestrutura que a distribuidora investe”, afirmou.
Na tarifa binômia, a conta de luz mostra separadamente as tarifas de consumo de energia elétrica e a demanda de potência, independentemente das horas de utilização do dia. Isso perrmite cobrar mais de quem utiliza mais a rede. Como se, numa estrada, os caminhões pagassem mais pedágio que as motos.
Vlavianos também avalia que cada vez mais será uma realidade a comercialização de energia pelos “prosumidores”. Mas ele destaca que é preciso mudar três pontos na forma como se calcula os custos de energia e as tarifas.
Além de considerar a tarifa binômia, separando o custo com uso do fio e a energia, também é preciso adotar a tarifa branca (tarifas diferenciadas de consumo de energia elétrica, de acordo com as horas de utilização do dia) e conseguir computar o valor de cada fonte de energia de forma sazonal, de hora a hora, de forma a estimular o gerador que tem flexibilidade para começar a gerar e parar.
Muitas pessoas estão adaptando suas casas com energia solar.
étrica de médio porte –, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
De acordo com estudo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o crescimento da microgeração distribuída é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica; o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos; e um aumento na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores.
As razões do aumento do número de “prosumidores”
A expansão do número de “prosumidores” – o consumidor de energia elétrica que também é produtor de energia – ganhou força nos últimos anos.
A primeira regulação sobre a instalação de minicentrais de energia de forma não centralizada (ou seja, nas próprias unidades consumidoras de energia) foi publicada em 2012, e apenas há dois anos, em 2015, avanços na regulação do tema permitiram uma real expansão do número de unidades.
Entre esses fatores estava a possibilidade de o consumidor recolher o imposto somente sobre a energia líquida consumida, ou seja, a diferença entre o que ele produziu e entregou para a rede de distribuição e o que ele precisou receber da rede, em momentos sem sol ou de noite.
A possibilidade de guardar créditos com a energia entregue para a rede para abater na conta de luz no futuro ou de usar esses créditos na conta de luz de outras unidades geradoras também só foi pensada em 2015.
A queda nos juros de financiamento e aumento no preço da energia das distribuidoras também ajudou a tornar mais atraentes os investimentos para instalação das placas e sistemas inteligentes, com retorno do investimento mais rápido.
Mineiros e gaúchos estão na frente na produção “caseira” de energia
Dos 182 MW gerados por consumidores em todo o país atualmente, quase 40% são instalações em consumidores comerciais (2.500 unidades). A classe residencial é a segunda mais expressiva, com 30% da potencia total gerada (em 12,7 mil unidades). Outros 18% estão na indústria, e o restante se divide em instalações rurais e no poder público.
Por estado, Minas Gerais é disparado o que tem mais potencia instalada em unidades de geração distribuída, com 40,8 MW. Rio Grande do Sul é o segundo estado com maior potência (22 MW), seguido por Ceará (21 MW) e São Paulo (18 MW).
A geração distribuída (GD) ainda tem muito espaço para crescer no Brasil. O potencial técnico da geração distribuída solar fotovoltaica que já foi parcialmente mapeado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) representa mais de 164 gigawatts (GW) considerando apenas os telhados de residências.
Lei precisa ser alterada para atender ao novo momento
Mas há ainda entraves para a expansão da geração distribuída e o Ministério de Minas e Energia vem considerando mudanças na regulação desse assunto. Na reforma do setor elétrico que está sendo preparada pelo governo, são citados como novos desafios do setor os Recursos Energéticos Distribuídos (RED), que incluem a geração solar de pequena escala, armazenamento e carros elétricos.
O crescimento dessas unidades pode influenciar a formação dos custos de energia no futuro, implicando em desafios para os contratos de compra e venda de energia de longo prazo, por exemplo. Também é preciso pensar nas tarifas de transmissão e distribuição de energia.
Outro ponto importante que ainda precisa ser equacionado é a possibilidade das unidades geradoras entrarem para o mercado de venda de energia, o mercado livre.
26 agosto 2017
BANCO VOTORANTIM LANÇA FINANCIAMENTO DE ENERGIA SOLAR PARA RESIDÊNCIAS
Um financiamento para aquisição de sistema de energia solar para residências será ofertado pelo Banco Votorantim (BV). A linha de crédito terá prazo de pagamento entre 12 e 60 meses com taxas de 1,56% ao mês. O valor mínimo da operação é de R$ 5 mil.
Serão oferecidas às pessoas físicas que querem instalar placas fotovoltaicas em imóveis. Na primeira versão, o financiamento será pré-fixado e cobrirá apenas o sistema de energia, não englobando a mão-de-obra da instalação. A instituição financeira defende que a falta de financiamento é um dos principais gargalos para o crescimento dessa modalidade de energia no Brasil.
A estimativa é que o investimento de uma casa padrão gire em torno de R$ 24 mil e o retorno desse montante, com a economia de energia, seja feito em cinco anos. A vida útil dos equipamentos é de cerca de 25 anos.
O Brasil é um dos países do mundo com maior potencial de crescimento neste setor devido à alta irradiação solar anual que o atinge. No entanto, possui menos de 1 GW de capacidade instalada desse tipo de energia. O mercado de energia fotovoltaica mundial está se expandindo. Em 2016, a China instalou 34,5 GW de painéis solares, seguido de Estados Unidos (14,7 GW) e Japão (8,6 GW).
Por: Entec Solar
PREVISÕES MOSTRAM QUE ENERGIA SOLAR IRÁ ATINGIR A CAPACIDADE DA NUCLEAR EM 2018
A previsão vêm da mais recente análise de mercado da GTM Research, uma empresa referência na indústria energética. A análise mostra que até o final de 2017, a energia solar tem uma estimativa de atingir a capacidade de 390 gigawatts a nível mundial. Hoje a capacidade das usinas nucleares estão fixadas em 391,5 gigawatts.
No relatório é estimado que a capacidade da energia solar cresça 81 gigawatts. E ainda em 2022, deverá chegar a mais de 800 gigawatts, mais que o dobro da capacidade atual de energia nuclear. Um dos países que mais contribui e impulsiona essa previsão, apostando nas energias renováveis é a China.
Apesar desses dados serem um grande marco para o segmento de energia solar, eles não significam que a fonte solar terá maior peso que a nuclear na geração de energia nos próximos anos. A diferença que existe é que as centrais nucleares geram hoje mais de 2 milhões de gigawatts por hora, enquanto a solar está na média de 370 gigawatts por hora.
Segundo as previsões da Agência Internacional de Energia, em 2050 veremos um novo cenário no segmento de energia solar! O sol irá ultrapassar a fonte de energia nuclear e também os combustíveis fósseis, se tornando a principal fonte de produção de eletricidade no mundo.
Por: Entec Solar
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